segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Márcia de Luca...



Márcia de Luca mostra que, para florescer, o amor deve ser cuidado todos os dias...

 E, afinal, o que é o amor? É o sentimento mais sublime que o ser humano experimenta e pode ser comparado a uma semente. Para brotar e dar flores e frutos, ele precisa ser cuidado todos os dias. Você ouviu bem? Pois é isso aí: o amor deve ser cuidado, acocado, ninado... Todos os dias! E como fazemos isso? Observando o que chamo de "ímãs do amor".

Autenticidade
O maior sinal de um amor verdadeiro é poder se mostrar por inteiro, exatamente como cada um é - com o lado bom e o ruim, ou seja, com a dualidade intrínseca ao ser humano, sem querer esconder absolutamente nada. Então, daqui para a frente, retire as palavras "defeito" e "qualidade"do seu vocabulário e comece a enxergar tudo o que tem a ver com a maneira de ser do outro apenas como características individuais. Quem ama de verdade não julga, não critica nem sente necessidade de ter sempre razão.
Espontaneidade
Qualquer relacionamento se tornará mais espontâneo se os envolvidos colocarem a dica acima em prática, pois qualquer pessoa se sentirá à vontade para falar o que pensa e realmente abrir seu coração se souber que nunca será julgada por nada que disser.
Boa escuta
Ouvir o outro alimenta a chama do amor. Aliás, minha dica é: esteja sempre aberta para escutar muito mais do que falar. Quando as pessoas escutam umas às outras, automaticamente elas se compreendem melhor. Mas atenção: devemos escutar o outro não somente com as orelhas do corpo mas também com as da alma.
Respeito mútuo e admiração
De tão necessários para que o amor continue existindo, esses ímãsdispensam muitos comentários.
Confiança um no outro
Quanto mais absoluta ela for, mais coeso será o relacionamento amoroso.
Liberdade
É claro que é fundamental o casal ter uma vida em comum, quer dizer,osdois compartilharem deveres e prazeres. Mas cada um precisa ter liberdade total para ser e fazer o que é preciso para cumprir sua missão pessoal.
Silêncio
Acredite, ele é fundamental para fortalecer ainda mais uma união. Ocorre que é no silêncio que encontramos o nosso verdadeiro poder e é nele que conseguimos ouvir os conselhos valiosos do grande sábio que habita nosso coração.
Romance e encantamento
Embora apareçam no pé da minha lista, esses dois ímãs são essenciais. E como manter acesa a chama do romance? Para começar, se a ideia é garantir um clima sempre leve e gostoso no relacionamento, pequenos mimos e gentilezas fazem toda a diferença. Mas, neste Dia dos Namorados, vá além e surpreenda o parceiro. Experimente, use a imaginação e encante-o de maneira inusitada. Lembre-se de que a vida é leela (palavra em sânscrito que significa brincadeira divina).
Meu conselho, enfim, é: adote todos os ímãs e você verá milagres acontecerem em sua vida a dois. Melhor: tudo fruto das próprias ações!
Marcia de Luca é especialista em ioga, meditação e ayurveda e uma das idealizadoras do movimento Yoga pela Paz. Também assina a coluna "Viva melhor", na revista BONS FLUIDOS

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Indigência Musical...

                                                                             


Nas férias é que aproveitamos para fazer aquilo que mais gostamos. No meu caso é curtir uma boa leitura e ouvir rádio.Neste mês de janeiro,no Balneário de Piçarras, em Santa Catarina, aproveitei para colocar algumas leituras em dia, e, ouvir as emissoras catarinenses de AM e FM. Como durante muitos anos trabalhei como programador, presto muito atenção na qualidade do repertório musical. A constatação foi triste.
Estamos vivendo, sem dúvida, uma verdadeira indigência musical. Com exceção de duas FMs (Itapema e Antena1), as demais oferecem ao público uma verdadeira poluição sonora, formada por uma turma de massa encefálica oca, onde se destacam: Luan Santana, Michel Teló, Deize Tigrona, Mc Buiú, Bonde do Lambe Lambe, Naldo, Anitta, MC Leozinho, Tati Quebra Barraco, Bonde do Tigrão, Claudinho Nervoso, MC Alex, Os Magrinhos, Latino, MC Cris, João Lucas e Marcelo, Tchês disto e daquilo, Oba Oba Samba, João Neto e Frederico, Pixote, Banda Calypso, Calcinha Preta, Mateus Caetano, Munhoz e Mariano, João Bosco e Vinicius, Fernando e Sorocaba, Gabriel Valim, Thalles Roberto, NX Zero, Netinho de Paula, Exalta Samba, Belo, etc., enfim, música de quinta categoria.
As letras são sofríveis, de uma imbecilidade amazônica, machistas, que, via de regra, tornam os jovens mais alienados e violentos. A maioria, quando não exalta a truculência e o sexo gratuito, é na base do “tchê, tchê, rerê, tchê, tchê, tchu, tchã, parapapá, perê pepê”. Eis algumas pérolas: “Coisinha da mamãe na coisinha do papai, nove meses depois nasceu eu”; “As mina curte e bebe/as mina cai na farra/no meu som/ e curte e bebe/ se não agüenta pra’ que veio/curte, curte, curte e bebe”; “Meu carro é 3 em 1’/é carro, bar e cabaré”; “Patati, Patatá, não sou palhaço não/ Patati, Patatá eu vou te dar um balão”; “Eu gosto de você, você, você/ eu e a minha namorada/ a gente estava agarradinhos/ até que meu amor bebeu um copo de vinho/ ela perde o controle/ ela fica animadinha/ tá todo mundo olhando a minha patricinha/ tá chapada, tá doidona/ tá descendo até o chão/ eu to pagando mico/olha a situação/ e vai descendo, descendo/ e vai subindo, subindo”; “Nas baladas eu me perco/ eu não sei falar direito/ e quando eu to afim/timidez é meu defeito/vai ser melhor assim/trocou olhar ,pegou na mão, beijou na nuca, puxa, agarra e chupa”.
Os sertanejos são um capítulo à parte. O chamado “universitário” é uma verdadeira praga. As letras seguem o estilo “cervejada” e “cornice”. O título das músicas diz tudo: Fernando e Sorocaba: Mô. João Bosco e Vincius: Um lugarzinho na sua cama; João Lucas e Marcelo: Se beijar na boca dá sapinho; Ricardo e João Fernando: Bala Perdida. Agora, surgiu a música gospel para a alegria dos “obreiros”. Thalles Roberto, compôs uma pérola chamada Filho Meu. Um trecho da letra é de arrepiar os responsáveis pela balada segura e a Polícia Rodoviária: “Você tá dirigindo cego em alta velocidade/ daqui de cima eu vejo a pancada que vem/Então passa sua vida pro meu nome/Que eu assumo tudo, tudo, tudo”.
No final dos anos 1980 a música dos Titãs dizia: “A gente não quer só comida, quer também diversão e arte”. Infelizmente, a arte musical entrou em decadência, em seguida, nos anos 1990. Pagode de baixa qualidade, sertanejo, funk-brega, os tchês, caracterizados pela falta de criatividade, senso crítico, alienação. É um verdadeiro período de miséria na música brasileira. Qual a razão? A indústria cultural que substituiu aquilo que antigamente era chamado de arte. Afinal, o que não vira mercadoria? A música é uma mercadoria, e, como tal, necessita ampliar o seu mercado consumidor. Portanto, passamos a ter uma música descartável. No capitalismo, esta cultura descartável, faz parte da necessidade de lançar novos “produtos” com a maior rapidez. Assim, a transformação da música em algo descartável, apenas mostra que a lógica do lucro domina tudo, inclusive, a produção cultural, e isto explica a razão de seu progressivo e assustador empobrecimento.
Tanto a indústria cinematográfica quanto a musical ou literária, têm o mesmo propósito. Atingir a aura do capital ,servir ao seu valor de culto, afinal não há nada que escape (salvo exceções que confirmam a regra) da religião do capital. Será que alguém ainda pode ser romântico diante da Indústria? Quem conseguir se salvar do ideal do lucro é o único que terá vivido uma vida justa como artista. Para a minha geração que aprendeu ouvir Chico Buarque, Caetano, Gil, Gal, Milton Nascimento, Mutantes, Tom Jobim, Vinicius, MPB-4, Beth Carvalho, Raul Seixas, Martinho da Vila, Belchior, Gonzaguinha, Roberto Carlos, Elis Regina, João Bosco, Toquinho, Baden Powell, Noel Guarany, entre outros, é impossível suportar estes verdadeiros poluidores sonoros.
Não é,como já cantou Paulinho da Viola, no samba Argumento, “mania de passado, ou de não querer navegar”, é ,simplesmente, uma questão de sensibilidade, de estética e de bom gosto.

José Ernani de Almeida

Menos é menos, e bom...

Você já deve ter ouvido aquela expressão "menos é mais", no sentido de valorizar o pouco. Só que não deveríamos dizer que algo é "mais" quando queremos dizer "melhor". Se insistirmos nessa associação, acreditaremos sempre na ideia de que, para ser bom, tem que ser mais: mais trabalho, mais atividades, mais compromissos, mais dinheiro etc. É claro que podemos ter "mais" coisas boas, mas a provocação acima é para repensar o conceito superlativo e seu efeito na nossa vida. Adoro a causa  – um dia de cada vez. E minha causa em 2014, no campo privado e no trabalho, é celebrar, cultuar e desejar o menos. Um dia de cada vez.
Se podemos fazer uma revolução por dia, proponho começar a nossa por um projeto de redução: vamos nos aborrecer menos, gastar menos energia, andar menos de carro, acumular menos tarefas, procrastinar menos e jogar menos tempo fora.
Como mulheres conscientes, sabemos que adotar práticas sustentáveis é a única garantia de sobrevivência das futuras gerações. Que tal então pensar no tempo como um bem não renovável? Essa ideia simples e poderosa foi o tema do mais recente encontro da Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente, que abriu a pauta com o pensamento brilhante da escritora Rosiska Darcy de Oliveira, autora de A Reengenharia do Tempo: "Nós temos vivido como se estivéssemos em um tempo inesgotável e como se nossas vidas fossem inesgotáveis. Está se impondo uma aceleração no ritmo de vida que transborda as 24 horas do dia". Existe, diz Rosiska, um descompasso inexplicável entre todas as possibilidades tecnológicas oferecidas hoje e o uso que é feito delas: no lugar de permitir repensar a sociedade para compatibilizar vida pessoal com mundo do trabalho, temos suprimido um dos polos, que é o mundo afetivo e privado.
Nós, mulheres, somos as maiores vítimas desse transbordamento, visto que empilhamos tarefas como se tivéssemos um tempo extra e mágico em nossos dias – que não se esgota nunca. Só que não. Se há algo que não conseguimos esticar, comprar, renegociar é nosso tempo. Mas, como insistimos em espremer dentro dos seus limites nossas ilimitadas obrigações, a conta não fecha – e, se fecha, é sempre com o custo do sacrifício dos minutos que salvaríamos para uma "extravagância", como dormir mais ou sentar para ler um livro. Menos, por favor.
Veja bem: a ideia do menos não significa abandonar a carreira pela vida em família ou vice-versa. Em uma pesquisa americana sobre como as mulheres gastam seu tempo, mais de 3 mil entrevistadas de 24 a 54 anos afirmaram não desejar diminuir a carga horária no trabalho. Querem é gastar menos tempo com tarefas domésticas, como limpar a casa ou fazer compras. O curioso é que, embora reconheçam que os parceiros sejam igualmente capazes de exercê-las, apenas uma minoria admite delegar qualquer dessas atividades. É um exemplo prosaico de uma solução possível do "menos": gastar menos tempo com o que gostamos menos de fazer. Ou começar, um dia de cada vez, a pensar melhor no assunto. Como disse Rosiska na palestra, o primeiro passo para resolver uma questão é identificar o problema e chamar o problema de problema. Precisamos buscar uma solução de vida sustentável, que contemple nossos afetos, talentos, desejos e sonhos, sem que precisemos agir como se o nosso tempo não tivesse fim. E não nos pertencesse mais.

Cynthia de Almeida


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

A Felicidade é um condomínio...

                                                                               

A praia é uma oficina de quimeras,uma segunda vida que foi protelada por falta de horário e oportunidade.
Ninguém é sua profissão quando entra num condomínio na orla gaúcha.
Empresário não é empresário,advogado não é advogado, dentista
não é dentista.A mudança se deve ao temperamento do que resultado da
aparência. Não é porque os moradores estão de bermudas, camisetas, roupas
de verão.
Ao passar pelo portão, eles se tornam o que sonhavam ser quando crianças.
Ou que não conseguiram ser quando adultos. Recuperam o tempo perdido.
Não sei se é efeito da maresia ou da liberdade das férias. Acontece alguma
mágica, são vítimas de alguma bomba de gás  felicitante.
Uma casa no litoral desperta vontades secretas, reprimidas,ambições escondidas.
 Tudo o que não teve chance de ser feito brotam as margens marítimas.
O livro adiado toma forma, as cores habitam as telas brancas.
Não é mais o sustento da família que manda, não é mais o emprego que manda,
não é mais a obrigação financeira  que manda. O que prevalece é a liberdade
vocacional, o desejo de aprender novas habilidades.
Aquele que nunca nadou decide mergulhar não prendendo o nariz, aquele
com curiosidade em jogar capoeira se arrisca no berimbau, aquele que recusava
subir em uma bicicleta rompe o medo do desequilíbrio.
Quem era casmurro fica alegre quem era silencioso fica loquaz, quem era preguiçoso fica esportista.
Reconciliações são possíveis, resgates de identidade são comuns à beira-mar.
 Pai que não tinha folga para brincar estará em cima de uma boia de jacaré, surpreendendo
suas crianças com ataques imaginários.
Mãe, sem brecha para a família,convidará sua filha para longas caminhadas ao entardecer.
Haverá transformações incríveis,mutações generosas.
Impregnadas de calma, distanciadas da pressão da rotina, as pessoas se ampliam,se modificam, se 
aperfeiçoam.
Correspondem às suas expectativas,não mais aos anseios dos outros.
Você pode enxergar cabelereiro montando seu jardim, podando plantas
e colecionando orquídeas. Você pode enxergar engenheiro envolvido em
marcenaria na garagem, aplainando aviões e carros de madeira.
 Você pode enxergar fonoaudióloga conferindo estrelas em um telescópio na varanda.
Você pode enxergar economista costurando bordas em toalhas de mesa.
Aquela profissão, capricho ou atividade que jamais ganhava atenção é finalmente realizada.
 Aquele amor ou amizade em segundo plano tem agora espaço para crescer.
A praia é uma casa de câmbio.
Troca-se tempo por tranquilidade.
Fabrício Carpinejar

Como eles souberam?



Lawrence Anthony, uma lenda viva na África do Sul, autor de 3 livros, entre eles o best-seller O Encantador de Elefantes, valentemente resgatou inúmeros animais selvagens e reabilitou elefantes por todo o planeta, após serem vitimados por atrocidades humanas, entre elas o corajoso resgate dos animais do Zoológico de Bagdá, durante a invasão dos Estados Unidos, em 2003.

No dia 7 de março de 2012, Lawrence Anthony faleceu, mas é sempre lembrado por sua esposa, dois filhos, dois netos e numerosos elefantes. Dois dias após seu falecimento, elefantes selvagens apareceram em sua casa, guiados por duas grandes matriarcas. Outras manadas selvagens apareceram em bandos, para dizer adeus a seu amado amigo.

31 elefantes haviam caminhado pacientemente, por mais de 12 milhas, para chegar à sua residência sul-africana. Como eles souberam?

Ao testemunhar este espetáculo, as pessoas obviamente ficaram abismadas, não só pela inteligência e 'timing' perfeito que os elefantes demonstraram, pressentindo o falecimento de Lawrence, mas também pela profunda emoção que os amados animais causaram, agindo de forma tão organizada, marchando por dois dias, numa fila solene, desde seu 'habitat' até a casa de Lawrence.
Sentindo que haviam perdido um amado amigo humano, moveram-se numa solene procissão fúnebre, para visitar a família enlutada na residência do falecido. Mas, como elefantes da reserva, pastando a milhas de distância, em partes diversas do parque, poderiam saber da morte de Anthony?
A esposa de Lawrence, Françoise, estava particularmente comovida. Havia mais de três anos que os elefantes não visitavam a sua casa! "Se alguma vez houve ocasião em que pudemos realmente sentir a maravilhosa intercomunicação entre todos os seres, foi quando pensamos sobre os elefantes de Thula Thula. O coração de um homem para de bater e os corações de centenas de elefantes se entristecem. O coração tão generoso e dedicado deste homem ofereceu a cura a esses elefantes, e agora eles vêm prestar carinhosa homenagem a seu amigo".
Os elefantes permaneceram por dois dias inteiros homenageando o amigo, sem comer absolutamente nada. Na manhã seguinte, partiram para a longa viajem de volta.  
    

Miriam Zelikowski

Quem nutre sentimentos de inveja em relação a qualquer pessoa ou se satisfaz com o sofrimento e a desgraça alheia é sinal de desequilíbrio energético e emocional, pois a vida é a soma do amor e do compartilhar aquele que emite sentimentos secos e vazios como a inveja e a alegria por um sofrimento de outrem é doente da alma, é infeliz pois desnaturou sua essência, é como se alimentar de lixo e beber ácido, nada de bom volta para esta pessoa.

Quem comete perjúrio, afeta a honra da alma de outra pessoa, a dignidade da alma é um alicerce do universo, é o mesmo que afetar o brilho do sol ou apagar uma estrela no céu, infeliz quem comete perjúrio e espalha ao vento falsas palavras, recebe da vida a tranca que impede de caminhar para frente, se alimenta das sobras dos outros e não enxerga a luz, pois as sombras acompanham quem não se arrepende de uma ato de perjúrio.

A inveja, o perjúrio, são sinais de ignorância espiritual , isto é falta de esclarescimento como funciona as leis da vida, ignorância que estimula o preconceito, que estimula a arrogância, que alimenta o orgulho e que torna a pessoa ambiciosa e egoista, os outros são apenas pacotes para algum fim, cuidado, nada na vida é escondido tudo aparece na hora da verdade, portanto acorde e mude sua postura, o seu comportamento não é de um santo ou fanático e sim de alguém que tem a cabeça no lugar, a mente aberta com responsabilidades e o coração equilibrado para não ferir e não quebrar os sentimentos de outrem, mas sim ter a capacidade de ser altamente espiritual para rever seus comportamentos no dia a dia.

Quando alguém o ofender pergunte a si mesmo, o que vou aprender com esta ofensa, me valorizar, considerar o outro uma pessoa de valor, rever meus atos, aprender o que não devo fazer, analisar a fundo até ao ponto de se defender dependendo da situação, cada caso é único e merece atenção, assim mede sua conduta e o mundo será seu espelho.

Procure no outro algo de bom, se gostar admire e desenvolva na sua vida algo de valor, se não gostar aprenda a não fazer semelhante, mas não se ofenda, tenha paciência, tudo se aprende, mas quem escolhe as sombras sofre consequências, a vida merece sempre uma chance, cuidado com a boca e julgamentos não sinta inveja e não cometa perjúrio, a doença da alma quando se instala é como uma fofoca acende um pavil e estoura no fim como uma bomba, muitos feridos e acaba com uma frase...

Se eu soubesse não faria novamente............."

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Rubem Alves...



Assim são as imagens poéticas:

Elas têm o poder de ir lá no fundo da alma
Onde moram os esquecimentos
E quando um desses esquecimentos acorda
A gente sente um estremeção no corpo

Essa é a missão da poesia:
Recuperar os pedaços perdidos de nós