domingo, 11 de dezembro de 2011
Pai....
Saudades...
O que é esse sentimento?
Que aperta o peito...
Mareja os olhos...
E faz a gente relembrar ...
Como era bom tê-lo por perto.
sábado, 10 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Parabéns pelo seu aniversário...
Canção na plenitude
Não tenho mais os olhos de menina
nem corpo adolescente, e a pele
translúcida há muito se manchou.
Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura
agrandada pelos anos e o peso dos fardos
bons ou ruins.
(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)
O que te posso dar é mais que tudo
o que perdi: dou-te os meus ganhos.
A maturidade que consegue rir
quando em outros tempos choraria,
busca te agradar
quando antigamente quereria
apenas ser amada.
Posso dar-te muito mais do que beleza
e juventude agora: esses dourados anos
me ensinaram a amar melhor, com mais paciência
e não menos ardor, a entender-te
se precisas, a aguardar-te quando vais,
a dar-te regaço de amante e colo de amiga,
e sobretudo força — que vem do aprendizado.
Isso posso te dar: um mar antigo e confiável
cujas marés — mesmo se fogem — retornam,
cujas correntes ocultas não levam destroços
mas o sonho interminável das sereias (Lya Luft)
Não tenho mais os olhos de menina
nem corpo adolescente, e a pele
translúcida há muito se manchou.
Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura
agrandada pelos anos e o peso dos fardos
bons ou ruins.
(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)
O que te posso dar é mais que tudo
o que perdi: dou-te os meus ganhos.
A maturidade que consegue rir
quando em outros tempos choraria,
busca te agradar
quando antigamente quereria
apenas ser amada.
Posso dar-te muito mais do que beleza
e juventude agora: esses dourados anos
me ensinaram a amar melhor, com mais paciência
e não menos ardor, a entender-te
se precisas, a aguardar-te quando vais,
a dar-te regaço de amante e colo de amiga,
e sobretudo força — que vem do aprendizado.
Isso posso te dar: um mar antigo e confiável
cujas marés — mesmo se fogem — retornam,
cujas correntes ocultas não levam destroços
mas o sonho interminável das sereias (Lya Luft)
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Libras ...Que língua é essa?
Quando aceito a língua de outra pessoa, eu aceitei a pessoa...
A língua é parte de nós mesmos.... Quando aceito a língua
de sinais, eu aceito o surdo, e é importante ter sempre em
mente que o surdo tem direito de ser surdo. Nós não deve-
mos mudá-los; devemos ensiná-los, ajudá-los, mas temos -
que permitir-lhes ser surdos...
(Terje Basilier)
A língua é parte de nós mesmos.... Quando aceito a língua
de sinais, eu aceito o surdo, e é importante ter sempre em
mente que o surdo tem direito de ser surdo. Nós não deve-
mos mudá-los; devemos ensiná-los, ajudá-los, mas temos -
que permitir-lhes ser surdos...
(Terje Basilier)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Amor eterno....
que se amam, porque a memória encurta o espaço e ,ainda
que longo, num segundo estamos lá, ouvindo a voz e revendo
o sorriso... então, sentimos que este "ser" está dentro de nós e
nos acompanha aonde formos".
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